domingo, 7 de outubro de 2012

domingo, 30 de setembro de 2012

SEJA!

Li, amei e vou compartilhar:

by Fernanda Gaona.


Prepare um belo discurso. Gaste suas melhores palavras. Utilize todos os seus argumentos. Eu não consigo ouvir o que você diz.
Mais do que na força das palavras, eu acredito no poder das atitudes. Na grandeza dos gestos. Nas sutilezas das ações. Guarde seus dizeres para utilizá-los depois que fizer. Eles serão apenas um complemento.
Haja o que houver, aja.
Palavras quando não andam sincronizadas com nossos pés, não chegam a lugar algum. Não dizem absolutamente nada.
É na coerência das ações que a gente se encontra e o outro nos reconhece.
Ninguém pode viver preso em um discurso.
Ou seja,

Seja!


domingo, 2 de setembro de 2012

Setembro

E passou Agosto. Nem foi tão mal assim. Um pouco nublado, um pouco cinzento, às vezes ventania.
Mas o melhor do mês de Agosto é que ele nos faz amar Setembro!!!! 
Setembro chega cheio de vida, cores, boas vibrações, floress, alegria, entusiasmo. E veja a coincidência: é o mês do meu aniversário!
Sem dúvida não haveria mês mais propício para o meu nascimento. A essência do Setembro se reproduz toda em mim. 
Eu gosto de cores, de vivacidade, das flores, borboletas, da luminosidade, da intensidade.
Setembro traz, com o desabrochar das suas flores, a ideia de renovação, a qual me apego e me reinvento tantas e tantas vezes, quantas forem necessárias para a minha real felicidade.
Neste ano, resolvi por festejar, ainda mais, pois muitas bençãos tem sido derramadas em minha vida. E que ocasiao melhor poderia haver pra comemorar tudo de bom que nos acontece?? Aniversário!! Celebração da vida, do cuidado diário de Deus.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Inspiração

Em Belo Horizonte, hoje é feriado. Plena quarta-feira. Ouvi um monte de gente dizer que feriados assim não tem a menor graça, que são tediosos.

respeito, mas discordo. Tédio é para os sem inspiração! Quantas coisas agradaveis podemos fazer em um feriadinho no meio da semana. Dormir até mais tarde, rolar na cama, namorar antes de se levantar, curtir um filme, ouvir boa música, ler um bom livro, sair com os filhos, observar a rua da janela.

Atividades é que nao faltam. Talvez esteja faltando um senso de vida, de observaçao, de apreciaçao do simples. Cada vez mais, me convenço que a maioria das pessoas ,está correndo tanto atrás de momentos e coisas deslumbrantes, que está perdendo a chance de viver intensamente, o simples e bom da vida!


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Agosto

Em geral, o mês de agosto não é muito querido. Coitadinho!
Amei o que Caio Fernando Abreu escreveu sobre o mês mais indesejado do ano!

"Para atravessar agosto é preciso antes de mais nada paciência e fé. Paciência para cruzar os dias sem se deixar esmagar por eles, mesmo que nada aconteça de mau; fé para estar seguro, o tempo todo, que chegará setembro - e também certa não-fé, para não ligar a mínima às negras lendas deste mês de cachorro louco. É preciso quem sabe ficar-se distraído, inconsciente de que é agosto, e só lembrar disso no momento de, por exemplo, assinar um cheque e precisar da data. Então dizer mentalmente ah!, escrever tanto de tanto de mil novecentos e tanto e ir em frente. Este é um ponto importante: ir, sobretudo, em frente."


Paciência e fé meu caro Abreu, temos que ter em todos os meses e dias, afinal esse mundo não anda fácil. O ponto mais importante, não é apenas ir em frente, é fazê-lo da melhor forma possível. É de fato, viver!

Que Agosto, com seus ventos, nos traga ótimos episódios!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Um pouco de filosofia


Cartas a Lucílio, de Sêneca
O ingrato tortura-se e aflige-se a si mesmo; odeia os benefícios que recebe por ter de retribuí-los, procura reduzir a sua importância e, pelo contrário, agigantar enormemente as ofensas que lhe foram causadas. Há alguém mais miserável do que um homem que se esquece dos benefícios para só se lembrar das ofensas? A sabedoria, pelo contrário, valoriza todos os benefícios, fixa-se na sua consideração, compraz-se em recordá-los continuamente. Os maus só têm um momento de prazer, e mesmo esse breve: o instante em que recebem o benefício; o sábio, pelo seu lado, extrai do benefício recebido uma satisfação grande e perene. O que lhe dá prazer não é o momento de receber, mas sim o fato de ter recebido o benefício; isto é para ele algo de imortal, de permanente. O sábio não tem senão desprezo por aquilo que o lesou; tudo isso ele esquece, não por incúria, mas voluntariamente. Não interpreta tudo pelo pior, não procura descobrir o culpado do que lhe sucedeu, preferindo atribuir os erros dos homens à fortuna.
Não atribui más intenções às palavras ou aos olhares dos outros, antes procura dar do que lhe fazem uma interpretação benevolente. Prefere lembrar-se do bem que lhe fizeram, e não do mal; tanto quanto pode, guarda na memória os benefícios precedentes e não muda de disposição para com aqueles a quem deve algum favor a não ser que as suas más ações sejam de longe mais graves, numa desproporção evidente mesmo a quem não a quer ver; e até neste caso o sábio terá por eles, depois de uma considerável ofensa, sentimentos idênticos aos que tinha antes do favor recebido. Na realidade, mesmo quando a ofensa é equivalente ao benefício, permanece na nossa alma um certo sentido de benevolência.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Meu Mundo Ideal

Eu queria um mundo em que o céu estivesse sempre azul, em que o verde tivesse espaço e o ar fosse puro.
No meu mundo o sol brilharia todos os dias, nem tão quente, nem tão fraco, um brilho constante, equilibrado.
Eu queria um mundo em que as crianças brincassem, olhassem borboletas, admirassem vagalumes, contassem estrelas. 
No meu mundo as pessoas seriam educadas, tolerantes, aprazíveis, éticas, honestas. Nao haveria lugar pra soberba, pra arrogância, pra discriminação, pra violência.
Eu queria um mundo sem guerras, sem terroristas, sem corrupção.
No meu mundo os seres humanos se tratariam como iguais. Eu queria um mundo sem fome, sem doenças, sem dor.
No meu mundo, as pessoas viveriam pra sempre ou enquanto tivessem vontade. Eu queria um mundo em que nao existissse histórias tristes de filhos que perdem a mae enquanto sao pequenos e, nem  de mães que perdem os filhos.
No meu mundo reinaria a paz, a bondade, a alegria, a vida. Eu queria um mundo no qual todos os adjetivos ruins fossem como contos da carochinha, só existissem na imaginação.
Utopia? Não. O meu mundo ideal é simplório perto do mundo novo que Deus está preparando pra nós.
"E Deus limpará dos olhos todo lágrima e nao haverá mais morte, nem pranto, nem dor. Porque as primeiras coisas já passaram e tudo se fez novo." Apocalipse 21:4